sexta-feira, março 10

Sky Fetish - Villains





Acabou de sair do forno segundo disco da Sky Fetish, "Villains".
A versão online conta com 28 faixas.
Clica na playlist aí em cima que está disponível via youtube o disco inteiro!

#grunge #newgrunge #stonerrock #rock #alternrock

quarta-feira, agosto 3

Sky Fetish @ Villains Sessions [Parte 1]



I



Disco novo da Sky Fetish tá vindo, mas antes demos uma pausa para fazermos uma Session bonitona de duas partes pra apresentar alguns sons novos que estarão em “VIllains”. Assiste ae a primeira parte dessa belezura

sexta-feira, janeiro 29

#05 - Nina Simone








Mais uma sexta-feira chegando, mais um videozito novo. E é dia de falar sobre a Nina Simone e aquele documentário supimpa feito pelo Netflix. Lindêza!!!

segunda-feira, junho 8

Quero Ser Grande


Ahhhh anos 80. Se no quesito música e estilo essa década foi pra lá de bizarra e vergonhosa, pelo ao menos compensou com filmes e desenhos.
Ontem ao dar uma banda no Netflix (que aliás, super recomendo para todo mundo) me deparei com "Quero ser grande".



Me enrosquei todo, me certifiquei de colocar na opção dublado (filmes de infância = dublagem clássica) e apertei o play.

O filme é o seguinte: Josh quer ser grande. simples assim. A graça aqui é que ele, um rapazito de 13 anos, tá no parque de diversões, quer impressionar a garotinha aquela, acaba entrando na mesma fila com ela, bate um papo meio constrangedor e na hora de entrar no brinquedo, ele não tinha a altura permitida para tal. Daí ele, por acaso do destino, tá vagando pelo parque e se dá de cara com uma máquina chamada "Zoltar". É tipo um boneco cigano que prevê o futuro.
Aí ele vai lá, coloca uma moeda, e como naquela vibe de "a tentiada é livre" faz o pedido: "quero ser grande".
No outro dia acorda no corpo d'um Tom Hanks adolescente (sim, adolescente! E ainda por cima menos apático que nos dias atuais).
Ahhhh anos 80. Uma época onde tudo parecia ser fácil, ou quase fácil. Onde se fumava dentro de um carro com as janelas fechadas (aham, fechadinhas), Billy Idol na tevê, fazendo com que a o conceito que tenho do Supla fosse classificado como "camarada wanna be, made in Taiwan".
Porém, certas coisas bateram: como numa das vezes que vi na sessão da tarde, ainda um guri, a cena onde Josh leva uns empurrões, é atirado no chão, desnecessáriamente pelo "inveja master" Paul. Lembro de pensar nessa hora  em como os adultos podem ser/são idotas.
Além daquela cena clássica do piano no chão, assisti grande parte do filme com uma baita nostalgia, e com aquele sentimento de "vamos voltar a ser crianças agora, please?!?!"

OBS: eu não sei pq diabos tinha uma vaga lembrança de o final ser outro. Como sou adepto a finais felizes tinha criado um na minha cabeça que foge daquela realidade melancólica do filme.

OBS2: maldade, maldade, mladade: pedofilia? auauhauhahuahu.

segunda-feira, junho 1

Woking thai in box





Episódio novo do Guia de Sobrevivência Gastronômica de Porto Alegre, com a Sky Fetish de trilha :D Côsa linda, hein?!

terça-feira, abril 28

Cobain: Montage of Heck



Há exatos 20 anos eu ouvi pela primeira vez "Nevermind". Cobain já tinha passado dessa pra uma "melhor" (?) há quase um ano.
Durante esses 20 anos saiu muita, porém pouca coisa sobre a banda. Deixa eu explicar:
Muita pq na virada do século a internet ficou gigante. Era difícil NÃO encontrar algo inédito da banda, por meios piratas. Porém, quando resolviam lançar inéditas da banda oficialmente, não eram necessariamente inéditas para os que ainda seguiam aficcionados por Nirvana. E sempre demoram ANOS para oficializar algo, que quando há lançamento, a expectativa é tão grande que fica difícil não cair de maduro quando, pessoalmente falando, pego uma edição deluxe e vejo que tem metade de uma música que não conhecia ainda.

"Cobain: Montage of Heck", está prestes a ser lançado (os mais rapidinhos já podem baixar o documentário fácil, fácil) em dvd e blu ray. E demorou 7 anos para ser feito.
O alarde em volta desse documentário realmente fez com que eu ficasse com as expectativas lá em cima.
Tanto diretor, como fãs e família, estavam dizendo que esse seria o documentário definitivo sobre Cobain.
Daí quando se lê esse tipo de coisa é impossível não ficar alucinado a respeito do material.
Meu primeiro erro foi não prestar atenção no nome do documentário: Cobain. Como o Nirvana está tão atrelado á Cobain (e vice versa) eu ingenuinamente achei que poderia ter algum material inédito do Nirvana.
Estão lá demos (não da banda, mas sim material que cobain gravava sozinho em suas fitas k7), artes, filmagens da vida pessoal de Cobain. Da banda há alguns trechos que tirados de um filme de quase 2 horas e meia, deve dar o quê... 10 minutos, no máximo.

Lembro de uma discussão em um antigo fórum do Nirvana sobre o lançamento do "Journals". Muita gente se sentiu estranha ao ler. Teve gente que nem cogitou em comprar o material (eu fui um), por ser muito pessoal. Com o passar dos anos vi algumas páginas do diário, e assim como tem coisas bacanas (as letras escritas, idéias para os vídeos), há também coisas pessoais demais, como a época em que acredito, a depressão tenha sido maior, enquanto ele estava em uma clínica de reabilitação entre 92 e 93. Dá pra sentir uma nuivem preta ao ler certos rabiscos.

E essa sensação de ser algo muito pessoal se repete aqui: ao ver vídeos caseiros de Cobain e Love, ao ouvir até algumas demos de músicas inéditas, completamente incabadas, que nunca sequer viram a luz do dia (coisas que ele compôs entre 87 e 90). São coisas que pra mim são tão pessoais, que passa a impressão de que ele não concordaria em jogar ao vento essas coisas tão abertamente. Courtney Love até entendo, ela vive pra ter atenção. Muito do que é estabelecido no documentário é que Cobain odiava ser diminuído, ridicularizado, e isso era a fonte de maior parte da raiva dele. O que me leva a crer que talvez ele se sentiria um pouco ridicularizado ao ver certas cenas, se hoje estivesse vivo.

"Cobain: Montage of Heck" é um documentário bom. Mas não é tudo aquilo que estão dizendo. Pelo ao menos não pra você que sabe falar de cor a ordem das músicas de todos os discos lançados pelo Nirvana, que tem 3 versões do "Nevermind" diferentes, que sabe que "Gallons Of Rubbing Alcohol Flow Through The Strip", faixa escondida do In Utero, foi gravada no Brasil, e está sem a guitarra do Eric Erlandson, que aparece nas demos que a banda gravou no Rio de Janeiro, e tem todos os shows do Nirvana já lançados na internet. Porém, pro grande público em geral, talvez esse documentário faça jus ao alarde que estão fazendo.

A pergunta que fica mesmo, é se existe algum material a mais que já não tenhamos visto/ouvido do Nirvana. A cada lançamento, a expectativa por material inédito diminui.